Fotos de um dia de diversão.

Posted in Uncategorized on 30/09/2009 by jowcavalier

Fotos tirada por uma Sony H9, usando técnicas manjadas mas sempre legais de brincar.

Rejeitados pelo Diabo

Posted in Uncategorized on 29/09/2009 by jowcavalier
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Rejeitados pelo Diabo (The Devil´s Rejects, 2005) é o segundo filme de Rob Zombie como diretor. Para quem não sabe, Rob (cujo verdadeiro nome é Robert Cummings) era o líder e vocalista de um dos grupos mais legais dos anos noventa, o White Zombie. Com a banda gravou discos muito bons, como La Sexorcisto: Devil Music, Vol 1 (1992) e Astro-Creep 2000 – Songs of Love, Destruction and Other Synthetic Delusions of the Electric Head (1995), ambos contendo alguns dos momentos mais interessantes e originais da música pesada dos anos noventa. O White Zombie acabou em setembro de 1998, e a partir dali Rob iniciou uma carreira solo, onde destaca-se o ótimo ao vivo Zombie Live, de 2007.
Paralelamente, no início dos anos 2000 nosso herói, que já havia tido algumas experiências dirigindo clipes, estreou no cinema com o controverso A Casa dos Mil Corpos (House of 1000 Corpses, 2003), vendido com um dos filmes mais violentos e repugnantes da história do cinema, mas que, por causa de uma montagem confusa, agravada pelas exigências da Lions Gate (distribuidora da obra) para que Rob cortasse algumas cenas mais violentas (o que custou nada menos do que 20 minutos da película, que ficaram de fora da versão final), acabou sendo recebido sob uma chuva de críticas negativas pela crítica especializada.
Rejeitados pelo Diabo é a sequência de A Casa dos Mil Corpos, mas assisti-lo não torna imperativo ter visto o primeiro filme (como é o meu caso). Rob Zombie pegou os personagens mais populares de sua estreia como diretor – o trio de maníacos Otis, Baby e Captain Spaulding – e montou uma história em torno dos três.
O fato é que estamos diante de um road movie sangrento e doentio, explícito e tenso, uma espécie de Assassinos por Natureza (Natural Born Killers, 1994, de Oliver Stone) dos anos 00. Assim como no filme de Stone, apesar de os protagonistas serem extremamente sádicos e malucos – e de ambos os diretores fazerem questão de evidenciar essas características -, eles são também muito carismáticos, o que faz com que nos peguemos torcendo por um bando de psicopatas.
Rob Zombie trata Otis (Bill Moseley), Baby (Sheri Moon Zombie, sua esposa) e Spaulding (Sid Haig) com extrema atenção. Otis é mostrado como um rock star do inferno, com sua cabeleira esvoaçante e seu visual idêntico ao do guitarrista Zakk Wylde (Black Label Society, Ozzy Osbourne). Baby tem seus dois lados contrastados no filme: a doçura de sua beleza e a negritude de sua mente. Além disso, Rob abusa da força sexual de Sheri Moon, e isso fica claro nos inúmeros takes, em close, dedicados à bunda de Sheri. E Captain Spaulding é a personificação de todos os nossos temores brutais em relação à figura do palhaço, chegando a lembrar, em vários momentos, o também pertubador Violator de Spawn, de Todd McFarlane.
Outro ponto de destaque em Rejeitados pelo Diabo é a ótima trilha-sonora, composta por clássicos do rock norte-americano setentista. Duas sequências em especial merecem destaque. A primeira é quando, no início do longa, Zombie usa a faixa “Midnight Rider”, da Allman Brothers Band, para mostrar os crimes que a família Firefly (de onde vem os personagens principais e que está presente em A Casa dos Mil Corpos) cometeu em sua vida. E a outra é quando, tendo como pano de fundo a clássica “Free Bird” do Lynyrd Skynyrd, Zombie nos leva em uma belíssima viagem pelas highways norte-americanas, culminando na cena final do longa. Em ambas, o áudio é formado apenas pelas canções, em um casamento de imagem e som que beira o sublime.
Não posso terminar esse texto sem falar de William Forsythe, veterano ator de filmes B – inclusive com participação em várias obras de Steven Seagal -, que faz o papel do atormentado xerife Wydell, que se revela tão lunático quanto aqueles que caça, em uma relação semelhante à mostrada com brilhantismo por Alan Moore na clássica HQ A Piada Mortal, onde Batman e Coringa se percebem muito mais como semelhantes do que como figuras antagônicas. A sequência de Forsythe conversando consigo mesmo em frente a um espelho é desde já antológica!
Rejeitados pelo Diabo é um grande filme, repleto de referências à história do terror nos cinemas. A trama é muito boa, a atuação dos personagens é sensacional (com os atores se entregando de forma pertubadora aos seus papéis), a direção de Rob Zombie é exemplar, e a cereja no bolo é a trilha, com clássicos do rock ianque servindo de trilha-sonora para algumas das cenas mais sangrentas da história recente da sétima arte.
Assista, e depois me diga o que achou.
 
(Texto por meu amigo, Ricardo Seelig do ótimo blog seu homônimo.)
 www.ricardoseelig.blogspot.com
Chapecó – 29 – Setembro de 2009

Tinha que começar assim.

Posted in Velho Oeste! on 31/07/2009 by jowcavalier

Estou lendo um livro da Martha Medeiros, Doidas ou Santas, é um livro com as crônicas dela publicadas nos jornais para qual ela escreve. Estou achando fantastico a forma com que ela vê o cotidiano, e como muita gente, me identificando horrores com tudo que essa mulher escreve. Ontem li uma crônica, que ela “cultua” o diabo. Claro, uma brincadeira que ela faz para a questão de bem e mal, ruim e bom, ying e yang. Esse foi um pensamento que eu sempre tive. Não sou cético, não me considero um descrente das divindades, e nem quero que se existir mesmo Deus ou Diabo que se apresentem a mim para que eu acredite. Apenas sou cauteloso com essas questões, nem sei bem se cautela é a palavra. Porem em contra partida, acredito em tanta coisa que os outros não acreditam (não todos é claro), acredito no cinema nacional, e que alguns de meus amigos de hoje, escreveram para revistas, tocaram em rádios, ou empresários bem-sucedidos, ilustradores, cartunistas, enfim, sei que existe muito potencial por ai perdido, e sempre esperando para ser achado. Sinto medo muitas vezes em me contentar com pouco, ou ter uma visão critica muito branda. Os fatos acontecem e todos que conheço sentense indignados com corrupção na politica, com corrupção na policia, nos hospitais, porem ninguém faz nada. As reclamações sempre são feitas entre amigos e conhecidos, mas ninguém veste a camisa para uma boa causa. Certo, certo, mais uma vez tenho que por as exeções, mas quando falo, falo da grande massa, da população em geral, desses meus amigos que tenho certeza que faram sua parte para tentar ao menos mudar a sociedade aonde vivemos e aonde continuaremos vivendo, pois, aquele ditado, os encomodos que se retirem não funciona comigo, e sei que com muita gente não funciona também. Estou numa fase de consumo intenso de cinema nacional, a pouco tempo assisti um filme do Hector Babendo, Lucio flavio, o passageiro da agonia, o filme relata a história real de um assaltante a banco da década de 70 carioca. E essa historia conta como a policia agia junto com o bandido, o filme nem é tão bom, mas a mensagem é otima, me fez perceber a quanto tempo estamos nessa mesma historia, a quanto tempo vivemos nessa mesma situação. Em outro filme, Buffo e Spalanzani, baseado num romance policial do Rubem Fonseca, a policia esconde o assassinato da esposa de um homem poderoso, e inúmeras vezes faz menção a tal amizade do cara com o secretario de segurança do estado de São Paulo. Ai tem neguinho que vem e me fala, “Joel, é cinema véio, na vida real é diferente”. O cu. Diferente nada, e todos sabem, o cinema, a música, o teatro, tudo isso sempre foi um suspiro para uma parcela que não estava contente com a situação. E hoje? O que aconteceu com essa parcela da população descontente com a situação? A vida vai tão bem assim que ninguém mais quer reivindicar nada? Ninguém mais quer reclamar de nada. Tudo bem, cá estou eu, chorando magoas de barriga cheia, concordo que muita coisa tem mudado, que muita coisa vai bem, mais ainda me indigno quando alguem fala, “esse pelo menos rouba, mas faz. Todos vão roubar, temos que votar ao menos nos que fazem”. Porra, eu não roubo nada de ninguém. Já roubei sim, uma fruta do pomar do visinho, e creio que ele nunca deu falta, porque quando ele viajou de férias, reguei a arvore que no ano seguinte deu mais frutos. Me considero muito imaturo para falar de politica, e se me pedirem o nome de 5 senadores não saberei dizer, então não é da politica que reclamo, é das pessoas que convivo e que convivem comigo, porque eles podem dizer a mesmissima coisa de mim, “olha, lá vem o Joel falar dos outros sem olhar o proprio umbigo”. Tudo bem, que tal então nos juntarmos e mudar algo (porra que papo mais furado, eu mesmo li textos bem melhores nessa mesma semana que falavam da mesma coisa, indignação com o mundo). Queridos, não é com o mundo o problema, é conosco, então por favor, vamos fazer alguma coisa, e se, existem pessoas que vocês conhecem que fazem algo para mudar o mundo, e não cobrem mais que meu tempo para isso, me apresentem, pois estou precisando ou mudar de amigos, ou acordar os adormecidos pela rotina e pela sociedade que vivemos, e não esqueçam, liberdade de expressão e atitude ainda temos, cada um faz o que bem quer e entende, acordai-vos mortos de tédio e filhos da revolta, o mundo precisa de vocês.

 

Chapecó, 30 de julho de 2009.

Marcos Paulo, O Darth Vader Brasileiro!

Posted in Uncategorized on 01/04/2009 by jowcavalier

A Oficina Criativa esta com um quadro para a mtv na nova programação, Marcos Paulo, o Darth Vader Brasileiro, um incrivel quadro de humor feito em stop-motion todo de lego, as narrações são hilarias e valem boas gragalhadas.

http://mtv.uol.com.br/aoficinacriativa/videos/marcospaulodartvanderbrasileiro

Sexta Feira 13 tem Variantes e Dinartes em Chapeco

Posted in Uncategorized on 11/02/2009 by jowcavalier

cartaz

Grammy 2009

Posted in Uncategorized on 09/02/2009 by jowcavalier

Ontem em Los Angeles aconteceu a premiação do Grammy, os holofotes hoje sem duvida estão todos focados para Robert Plant, o ex-vocalista do Led Zeppelin ganho dois troféus com o disco feito em conjunto com a cantora Alison Krauss, outros monstros ainda tiveram destaque na premiação como foi o caso do B.B. King que ganhou a categoria de álbum de blues tradicional, segue a lista dos ganhadores da noite que teve como melhor álbum de rock o fantástico Viva la Vida do Coldplay, e ainda a melhor performance de dupla ou grupo de rock com vocais para o King of Leon.

 

lista de indicados e os vencedores das principais categorias do Grammy:

 

Álbum do Ano
“Viva la vida,” Coldplay
“Tha carter III: The rebirth,” Lil Wayne
“Year of the gentleman,” Ne-Yo
“Raising sand,” Robert Plant e Alison Krauss (vencedor)
“In rainbows,” Radiohead 
 

 

Melhor Álbum de R’n'B
“Love life,” Eric Benet
“Motown: a journey through Hitsville USA,” Boyz II Men
“Lay it down,” Al Green
“Jennifer Hudson,” Jennifer Hudson (vencedora)
“The way I see it,” Raphael Saadiq

 

Música do Ano
“American boy,” William Adams, Keith Harris, Josh Lopez, Caleb Speir, John Stephens, Estelle Swaray e Kanye West
“Chasing pavements,” Adele Adkins e Eg White
“I’m yours,” Jason Mraz
“Love song,” Sara Bareilles
“Viva la vida,” Coldplay (vencedor)

 

Melhor Colaboração Pop com Vocais
Alicia Keys e John Mayer “Lesson learned”
Madonna, Justin Timberlake e Timbaland “4 Minutes”
Robert Plant e Alison Krauss “Rich woman” (vencedores)
Rihanna e Maroon Five “If I never see your face again”
Jordin Sparks e Chris Brown “No air”

 

Melhor Álbum de Rock
“Viva la vida or death and all his friends,” Coldplay (vencedor)
“Rock N Roll Jesus,” Kid Rock
“Only by the night,” Kings of Leon
“Death magnetic,” Metallica
“Consolers of the lonely,” The Raconteurs

 

Artista Revelação
Adele (vencedora)
Duffy
Jonas Brothers
Lady Antebellum
Jazmine Sullivan

 

Gravação do Ano
“Chasing pavements,” Adele
“Viva la vida,” Coldplay
“Bleeding,” Leona Lewis
“Paper planes,” M.I.A
“Please read the letter,” Robert Plant e Alison Krauss (vencedor)

 

Melhor performance pop de dupla ou grupo com vocais

“Viva la vida”, Coldplay

“Waiting in the weeds”, Eagles
“Going on”, Gnarls Barkley
“Won’t go home without you”, Maroon 5
“Apologize”, OneRepublic

 

Melhor Álbum Vocal Pop
“Detours,” Sheryl Crow
“Rockferry,” Duffy
“Long road out of Eden,” Eagles
“Spirit,” Leona Lewis
“Covers,” James Taylor 

Melhor Performance Vocal Pop Masculina
“All summer long,” Kid Rock
“Say,” John Mayer (vencedor)
“That was me,” Paul McCartney
“I’m yours,” Jason Mraz”
“Closer,” Ne-Yo
“Wichita Lineman,” James Taylor

 
Melhor Performance Vocal Pop Feminina
“Chasing pavements,” Adele
“Love song,” Sara Bareilles
“Mercy,” Duffy
“Bleeding love,” Leona Lewis
“I kissed a girl,” Katy Perry
“So what,” Pink

Melhor Álbum de Rap
“American gangster,” Jay-Z
“Tha carter III,” Lil Wayne
“The cool,” Lupe Fiasco
“Nas,” Nas
“Paper trail,” T.I.

 

Melhor Gravação Dance

“Harder better faster stronger”, Daft Punk (vencedor)
“Ready for the floor”, Hot Chip
“Just dance”, Lady Gaga & Colby O’Donis
“Give it 2 me”, Madonna
“Disturbia”, Rihanna
Brian Kennedy, producer; Phil Tan, mixer
“Black & Gold”, Sam Sparro

 

Melhor Álbul Dance / Eletrônico

“New York City”, Brazilian Girls
“Alive 2007″, Daft Punk (vencedor)
“Bring ya to the brink”, Cyndi Lauper
“X”, Kylie Minogue
“Last night”, Moby
“Robyn”, Robyn

 

Melhor Performance Vocal Solo de Rock

“Gravity”, John Mayer (vencedor)
“I saw her standing there”, Paul McCartney
“Girls in their summer clothes”, Bruce Springsteen
“Rise”, Eddie Vedder
“No hidden path”, Neil Young

 

Melhor Performance de Rock em Dupla ou Grupo com Vocais

“Rock N Roll”, Train, AC/DC
“Violet Hill”, Coldplay
“Long Road Out Of Eden”, Eagles
“Sex On Fire”, Kings Of Leon (vencedor)
“House Of Cards”, Radiohead

(Fonte: G1)

O primeiro Bukowski a gente nunca esquece

Posted in Uncategorized on 06/02/2009 by jowcavalier

 

por Rodrigo de Andrade (GARRAS)

Misto Quente, recém relançado pela coleção Pocket da L&PM, é a obra definitiva para se iniciar no universo do velho safado. Publicada inicialmente pela Brasiliense, em 1984, estava esgotada há anos.

Charles Bukowski é um dos autores mais significativos e prolixos da literatura marginal, tendo se aventurado nos mais variados gêneros: contos, poemas, diários, crônicas… De sua produção, todos os romances já foram publicados no país, ainda que alguns sejam realmente raros de se encontrar (como Factotum, que no mercado negro atinge cifras de até três dígitos). Os contos, no Brasil, são bem conhecidos, e talvez o estilo em que o autor mais agrade por aqui. Os poemas, esses sim, só foram começar pintar em português a pouquíssimo tempo, por três editoras diferentes. E até a ótima biografia, escrita por Howard Sounes, ganhou uma belíssima edição pela Conrad.

De todo esse vasto trabalho literário, indiscutivelmente, Misto Quente é a porta de entrada ideal para se conhecer o gênio. Autobiográfico, como sempre, é nesse clássico que está retratada sua infância e adolescência. Dizer que foi um período sofrido e decadente seria pouco. Mesmo naquela época, toda a espécie de infortúnio que leva alguém a ter uma existência miserável já se abatia sobre o jovem Bukowski: a relação de desafeto e punição que os pais tinham com ele, o isolamento e a dificuldade de fazer amigos (quase por opção), a opressão no meio escolar, o problema crônico e fodidamente grande de acne (eram mais furúnculos do que espinhas), o início do relacionamento com a bebida (que irá marcar sua vida e escrita para sempre)… Está tudo ali, nas páginas do Misto Quente. E faz com que nossos piores problemas pareçam piadas. Foda mesmo é depois, ao ler a biografia, e descobrir que aquilo tudo era verdade.

Muito mais do que ser o livro que apresenta o universo Bukowskiano ao público, é a obra fundamental para entender como o escritor se tornou, pela dor, naquele monólito de sentimentos frios e hostil ao mundo “certinho”, mas calorosamente afeito aos perdedores e fodidos. O conteúdo é formado pelas situações desgraçadamente trágicas que marcam seu estilo. Aquelas que por vezes se revelam hilárias e nos levam as gargalhadas de tão inacreditavelmente tristes. Mas em Misto Quente é muito mais cruel. É com uma criança! Como Sounes já constatou, pela primeira vez o autor parece lidar com uma fase de sua vida onde não encontra nada de que pudesse rir.

A escrita é aquela fanteana, simples e direta como uma bomba no queixo, concisa, sintética, precisa e lacônica. Sem frescuras. Objetividade de uma percepção tardia, olhando para o espelho da infância. Foi o quarto romance e trigésimo sétimo livro de velho Buk, lançado lá fora em 1982. O título é uma brincadeira com O apanhador no campo de centeio, do Salinger. Quer dizer que o pobre Chinaski não passava de um presunto preso entre os pais.

Os capítulos são curtos e bem bolados, sempre conclusivos. Fazem com que o livro possa ser lido aos poucos: antes de dormir, durante uma cagada, na fila do banco, no ponto de ônibus… E prá ajudar, a nova edição é baratinha, cabe no bolso (fácil até de roubar!) e tu pode levar prá onde quiser. A capa, um desenho do (meu) mestre Robert Crumb (artista com quem Bukowski simpatizava).

Os rebeldes românticos acreditavam na indissociabilidade da arte e da vida. Doentemente humano, Misto Quente apresenta uma série daquelas situações limite que forjam os verdadeiros grandes artistas. E o alvo de tudo é o jovem Buk. Ao terminá-lo, dá vontade de se atirar aos pés do escritor para beijá-los. Há a certeza de se estar ante a obra de um escritor de verdade. Um dos maiores.

(texto roubado do site: http://www.osarmenios.com.br/ )

Como Num Filme Sem Um Fim, na Casa da esquina 23!

Posted in Bandas, Cinema, Musica, NaWeb, Shows, Uncategorized with tags , , , on 03/02/2009 by jowcavalier

Publica

 

No final de semana passado ganhei um baita presente da minha amiga Carol Horn, o novo Cd da Publica, vindo quentinho de Porto Alegre e com um DVD bônus com a gravação do cd, que aconteceu em um sitio na cidade de Três Coras – Rs, o cd esta sensacional, eu particularmente gostei muito, ele reflete o clima da gravação que foi outro ponto curioso, durante onze dias equipe de gravação, produção e o pessoal da Baixada Nacional que trabalhou na gravação do longa, se isolaram no tal sitio e todos totalmente empenhados única e exclusivamente para a produção do disco, isso demonstra acima de tudo o comprometimento com o trabalho e é refletido no disco, que vem com um aspecto meio pop, mas que levanta grandes questões que mechem com qualquer pessoa, a nossa infância. As influencias são perceptíveis e vão de Blur, Radiohead, até uma levada mais Beatles, passando até em uma das canções por um Stones bem 60tista, o disco é super bem produzido e o DVD que o acompanha não deixa nada a desejar, e posso considerar um puta registro, indico, recomendo e digo que podemos esperar boas novas para esses guris este ano, pra quem não conhece segue o trailer do filme e o link para download das musicas disponíveis no site da banda.
My Space da banda: http://www.myspace.com/publicarock
Foto log da banda: http://www.fotolog.com/publicarock
Site para download: http://www.publicaoficial.com/

Fim de Semana no Velho Oeste!

Posted in Bandas, Musica, Shows, Velho Oeste! on 02/02/2009 by jowcavalier
Final de semana agitado no Velho Oeste, sexta a festa na chácara do Areu foi da hora, o pessoal do roque todo presente e todo mundo cantando junto e curtindo o show dos guris. O Variantes mais uma vez contagiaram a galera com seu repertorio próprio, apresentando mais uma musica nova que até então era inédita e vai pro próximo disco que esta para sair em breve, eu não me recordo muito bem, mas pelo que lembro é uma das melhores musicas novas que eu já ouvi (e olha que as que eu conhecia são muitoooo foda). Já a galera do DiaboaQuatro sempre tem sua performance contagiante, o mais legal foi a participação feminina em alguns Leds e uma Janis que com os beckings do Matheus ficaram supimpa. Nesta mesma oportunidade tive o prazer de conhecer uma figura emblemática para o cenário roque catarinense, o Celso Tozzo, ex-baterista do Jeans, ele que é pai da Anita, esta morando em Chapecó e trabalhando na empresa da família, mas deixo um legado no tempo em que fez parte dos Jeans, as musicas da banda ainda estão disponíveis no site da Trama Virtual e quem estiver afim de curtir um som realmente do caralho pode dar uma conferida.
Lucas Tergolina, Daniel Téo, Celso Tozzo, Marco Britto

Lucas Tergolina, Daniel Téo, Celso Tozzo, Marco Britto

Variantes + DiaboaQuatro hojê em Chapecó!

Posted in Shows with tags , , , on 30/01/2009 by jowcavalier

A Banda DiaboaQuatro e os guris do Variantes vão faze um som hoje na Chacara do Areo/Galina, saida para o Rio Grande Do Sul, essas festas de chacara sempre dão o que falar, então acho bom ninguem perde…

Pra quem não conhece as bandas ou quer da uma curtida nas musicas!

http://www.myspace.com/variantes

http://www.myspace.com/diaboaquatro

E dele Roque!

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