Fotos tirada por uma Sony H9, usando técnicas manjadas mas sempre legais de brincar.
Rejeitados pelo Diabo
Posted in Uncategorized on 29/09/2009 by jowcavalier
Tinha que começar assim.
Posted in Velho Oeste! on 31/07/2009 by jowcavalierEstou lendo um livro da Martha Medeiros, Doidas ou Santas, é um livro com as crônicas dela publicadas nos jornais para qual ela escreve. Estou achando fantastico a forma com que ela vê o cotidiano, e como muita gente, me identificando horrores com tudo que essa mulher escreve. Ontem li uma crônica, que ela “cultua” o diabo. Claro, uma brincadeira que ela faz para a questão de bem e mal, ruim e bom, ying e yang. Esse foi um pensamento que eu sempre tive. Não sou cético, não me considero um descrente das divindades, e nem quero que se existir mesmo Deus ou Diabo que se apresentem a mim para que eu acredite. Apenas sou cauteloso com essas questões, nem sei bem se cautela é a palavra. Porem em contra partida, acredito em tanta coisa que os outros não acreditam (não todos é claro), acredito no cinema nacional, e que alguns de meus amigos de hoje, escreveram para revistas, tocaram em rádios, ou empresários bem-sucedidos, ilustradores, cartunistas, enfim, sei que existe muito potencial por ai perdido, e sempre esperando para ser achado. Sinto medo muitas vezes em me contentar com pouco, ou ter uma visão critica muito branda. Os fatos acontecem e todos que conheço sentense indignados com corrupção na politica, com corrupção na policia, nos hospitais, porem ninguém faz nada. As reclamações sempre são feitas entre amigos e conhecidos, mas ninguém veste a camisa para uma boa causa. Certo, certo, mais uma vez tenho que por as exeções, mas quando falo, falo da grande massa, da população em geral, desses meus amigos que tenho certeza que faram sua parte para tentar ao menos mudar a sociedade aonde vivemos e aonde continuaremos vivendo, pois, aquele ditado, os encomodos que se retirem não funciona comigo, e sei que com muita gente não funciona também. Estou numa fase de consumo intenso de cinema nacional, a pouco tempo assisti um filme do Hector Babendo, Lucio flavio, o passageiro da agonia, o filme relata a história real de um assaltante a banco da década de 70 carioca. E essa historia conta como a policia agia junto com o bandido, o filme nem é tão bom, mas a mensagem é otima, me fez perceber a quanto tempo estamos nessa mesma historia, a quanto tempo vivemos nessa mesma situação. Em outro filme, Buffo e Spalanzani, baseado num romance policial do Rubem Fonseca, a policia esconde o assassinato da esposa de um homem poderoso, e inúmeras vezes faz menção a tal amizade do cara com o secretario de segurança do estado de São Paulo. Ai tem neguinho que vem e me fala, “Joel, é cinema véio, na vida real é diferente”. O cu. Diferente nada, e todos sabem, o cinema, a música, o teatro, tudo isso sempre foi um suspiro para uma parcela que não estava contente com a situação. E hoje? O que aconteceu com essa parcela da população descontente com a situação? A vida vai tão bem assim que ninguém mais quer reivindicar nada? Ninguém mais quer reclamar de nada. Tudo bem, cá estou eu, chorando magoas de barriga cheia, concordo que muita coisa tem mudado, que muita coisa vai bem, mais ainda me indigno quando alguem fala, “esse pelo menos rouba, mas faz. Todos vão roubar, temos que votar ao menos nos que fazem”. Porra, eu não roubo nada de ninguém. Já roubei sim, uma fruta do pomar do visinho, e creio que ele nunca deu falta, porque quando ele viajou de férias, reguei a arvore que no ano seguinte deu mais frutos. Me considero muito imaturo para falar de politica, e se me pedirem o nome de 5 senadores não saberei dizer, então não é da politica que reclamo, é das pessoas que convivo e que convivem comigo, porque eles podem dizer a mesmissima coisa de mim, “olha, lá vem o Joel falar dos outros sem olhar o proprio umbigo”. Tudo bem, que tal então nos juntarmos e mudar algo (porra que papo mais furado, eu mesmo li textos bem melhores nessa mesma semana que falavam da mesma coisa, indignação com o mundo). Queridos, não é com o mundo o problema, é conosco, então por favor, vamos fazer alguma coisa, e se, existem pessoas que vocês conhecem que fazem algo para mudar o mundo, e não cobrem mais que meu tempo para isso, me apresentem, pois estou precisando ou mudar de amigos, ou acordar os adormecidos pela rotina e pela sociedade que vivemos, e não esqueçam, liberdade de expressão e atitude ainda temos, cada um faz o que bem quer e entende, acordai-vos mortos de tédio e filhos da revolta, o mundo precisa de vocês.
Chapecó, 30 de julho de 2009.
Marcos Paulo, O Darth Vader Brasileiro!
Posted in Uncategorized on 01/04/2009 by jowcavalierA Oficina Criativa esta com um quadro para a mtv na nova programação, Marcos Paulo, o Darth Vader Brasileiro, um incrivel quadro de humor feito em stop-motion todo de lego, as narrações são hilarias e valem boas gragalhadas.
http://mtv.uol.com.br/aoficinacriativa/videos/marcospaulodartvanderbrasileiro
Sexta Feira 13 tem Variantes e Dinartes em Chapeco
Posted in Uncategorized on 11/02/2009 by jowcavalier
Grammy 2009
Posted in Uncategorized on 09/02/2009 by jowcavalier
Ontem em Los Angeles aconteceu a premiação do Grammy, os holofotes hoje sem duvida estão todos focados para Robert Plant, o ex-vocalista do Led Zeppelin ganho dois troféus com o disco feito em conjunto com a cantora Alison Krauss, outros monstros ainda tiveram destaque na premiação como foi o caso do B.B. King que ganhou a categoria de álbum de blues tradicional, segue a lista dos ganhadores da noite que teve como melhor álbum de rock o fantástico Viva la Vida do Coldplay, e ainda a melhor performance de dupla ou grupo de rock com vocais para o King of Leon.
lista de indicados e os vencedores das principais categorias do Grammy:
Álbum do Ano
“Viva la vida,” Coldplay
“Tha carter III: The rebirth,” Lil Wayne
“Year of the gentleman,” Ne-Yo
“Raising sand,” Robert Plant e Alison Krauss (vencedor)
“In rainbows,” Radiohead
Melhor Álbum de R’n'B
“Love life,” Eric Benet
“Motown: a journey through Hitsville USA,” Boyz II Men
“Lay it down,” Al Green
“Jennifer Hudson,” Jennifer Hudson (vencedora)
“The way I see it,” Raphael Saadiq
Música do Ano
“American boy,” William Adams, Keith Harris, Josh Lopez, Caleb Speir, John Stephens, Estelle Swaray e Kanye West
“Chasing pavements,” Adele Adkins e Eg White
“I’m yours,” Jason Mraz
“Love song,” Sara Bareilles
“Viva la vida,” Coldplay (vencedor)
Melhor Colaboração Pop com Vocais
Alicia Keys e John Mayer “Lesson learned”
Madonna, Justin Timberlake e Timbaland “4 Minutes”
Robert Plant e Alison Krauss “Rich woman” (vencedores)
Rihanna e Maroon Five “If I never see your face again”
Jordin Sparks e Chris Brown “No air”
Melhor Álbum de Rock
“Viva la vida or death and all his friends,” Coldplay (vencedor)
“Rock N Roll Jesus,” Kid Rock
“Only by the night,” Kings of Leon
“Death magnetic,” Metallica
“Consolers of the lonely,” The Raconteurs
Artista Revelação
Adele (vencedora)
Duffy
Jonas Brothers
Lady Antebellum
Jazmine Sullivan
Gravação do Ano
“Chasing pavements,” Adele
“Viva la vida,” Coldplay
“Bleeding,” Leona Lewis
“Paper planes,” M.I.A
“Please read the letter,” Robert Plant e Alison Krauss (vencedor)
Melhor performance pop de dupla ou grupo com vocais
“Viva la vida”, Coldplay
“Waiting in the weeds”, Eagles
“Going on”, Gnarls Barkley
“Won’t go home without you”, Maroon 5
“Apologize”, OneRepublic
Melhor Álbum Vocal Pop
“Detours,” Sheryl Crow
“Rockferry,” Duffy
“Long road out of Eden,” Eagles
“Spirit,” Leona Lewis
“Covers,” James Taylor
Melhor Performance Vocal Pop Masculina
“All summer long,” Kid Rock
“Say,” John Mayer (vencedor)
“That was me,” Paul McCartney
“I’m yours,” Jason Mraz”
“Closer,” Ne-Yo
“Wichita Lineman,” James Taylor
Melhor Performance Vocal Pop Feminina
“Chasing pavements,” Adele
“Love song,” Sara Bareilles
“Mercy,” Duffy
“Bleeding love,” Leona Lewis
“I kissed a girl,” Katy Perry
“So what,” Pink
Melhor Álbum de Rap
“American gangster,” Jay-Z
“Tha carter III,” Lil Wayne
“The cool,” Lupe Fiasco
“Nas,” Nas
“Paper trail,” T.I.
Melhor Gravação Dance
“Harder better faster stronger”, Daft Punk (vencedor)
“Ready for the floor”, Hot Chip
“Just dance”, Lady Gaga & Colby O’Donis
“Give it 2 me”, Madonna
“Disturbia”, Rihanna
Brian Kennedy, producer; Phil Tan, mixer
“Black & Gold”, Sam Sparro
Melhor Álbul Dance / Eletrônico
“New York City”, Brazilian Girls
“Alive 2007″, Daft Punk (vencedor)
“Bring ya to the brink”, Cyndi Lauper
“X”, Kylie Minogue
“Last night”, Moby
“Robyn”, Robyn
Melhor Performance Vocal Solo de Rock
“Gravity”, John Mayer (vencedor)
“I saw her standing there”, Paul McCartney
“Girls in their summer clothes”, Bruce Springsteen
“Rise”, Eddie Vedder
“No hidden path”, Neil Young
Melhor Performance de Rock em Dupla ou Grupo com Vocais
“Rock N Roll”, Train, AC/DC
“Violet Hill”, Coldplay
“Long Road Out Of Eden”, Eagles
“Sex On Fire”, Kings Of Leon (vencedor)
“House Of Cards”, Radiohead
(Fonte: G1)
O primeiro Bukowski a gente nunca esquece
Posted in Uncategorized on 06/02/2009 by jowcavalier
por Rodrigo de Andrade (GARRAS)
Misto Quente, recém relançado pela coleção Pocket da L&PM, é a obra definitiva para se iniciar no universo do velho safado. Publicada inicialmente pela Brasiliense, em 1984, estava esgotada há anos.
Charles Bukowski é um dos autores mais significativos e prolixos da literatura marginal, tendo se aventurado nos mais variados gêneros: contos, poemas, diários, crônicas… De sua produção, todos os romances já foram publicados no país, ainda que alguns sejam realmente raros de se encontrar (como Factotum, que no mercado negro atinge cifras de até três dígitos). Os contos, no Brasil, são bem conhecidos, e talvez o estilo em que o autor mais agrade por aqui. Os poemas, esses sim, só foram começar pintar em português a pouquíssimo tempo, por três editoras diferentes. E até a ótima biografia, escrita por Howard Sounes, ganhou uma belíssima edição pela Conrad.
De todo esse vasto trabalho literário, indiscutivelmente, Misto Quente é a porta de entrada ideal para se conhecer o gênio. Autobiográfico, como sempre, é nesse clássico que está retratada sua infância e adolescência. Dizer que foi um período sofrido e decadente seria pouco. Mesmo naquela época, toda a espécie de infortúnio que leva alguém a ter uma existência miserável já se abatia sobre o jovem Bukowski: a relação de desafeto e punição que os pais tinham com ele, o isolamento e a dificuldade de fazer amigos (quase por opção), a opressão no meio escolar, o problema crônico e fodidamente grande de acne (eram mais furúnculos do que espinhas), o início do relacionamento com a bebida (que irá marcar sua vida e escrita para sempre)… Está tudo ali, nas páginas do Misto Quente. E faz com que nossos piores problemas pareçam piadas. Foda mesmo é depois, ao ler a biografia, e descobrir que aquilo tudo era verdade.
Muito mais do que ser o livro que apresenta o universo Bukowskiano ao público, é a obra fundamental para entender como o escritor se tornou, pela dor, naquele monólito de sentimentos frios e hostil ao mundo “certinho”, mas calorosamente afeito aos perdedores e fodidos. O conteúdo é formado pelas situações desgraçadamente trágicas que marcam seu estilo. Aquelas que por vezes se revelam hilárias e nos levam as gargalhadas de tão inacreditavelmente tristes. Mas em Misto Quente é muito mais cruel. É com uma criança! Como Sounes já constatou, pela primeira vez o autor parece lidar com uma fase de sua vida onde não encontra nada de que pudesse rir.
A escrita é aquela fanteana, simples e direta como uma bomba no queixo, concisa, sintética, precisa e lacônica. Sem frescuras. Objetividade de uma percepção tardia, olhando para o espelho da infância. Foi o quarto romance e trigésimo sétimo livro de velho Buk, lançado lá fora em 1982. O título é uma brincadeira com O apanhador no campo de centeio, do Salinger. Quer dizer que o pobre Chinaski não passava de um presunto preso entre os pais.
Os capítulos são curtos e bem bolados, sempre conclusivos. Fazem com que o livro possa ser lido aos poucos: antes de dormir, durante uma cagada, na fila do banco, no ponto de ônibus… E prá ajudar, a nova edição é baratinha, cabe no bolso (fácil até de roubar!) e tu pode levar prá onde quiser. A capa, um desenho do (meu) mestre Robert Crumb (artista com quem Bukowski simpatizava).
Os rebeldes românticos acreditavam na indissociabilidade da arte e da vida. Doentemente humano, Misto Quente apresenta uma série daquelas situações limite que forjam os verdadeiros grandes artistas. E o alvo de tudo é o jovem Buk. Ao terminá-lo, dá vontade de se atirar aos pés do escritor para beijá-los. Há a certeza de se estar ante a obra de um escritor de verdade. Um dos maiores.
(texto roubado do site: http://www.osarmenios.com.br/ )
Como Num Filme Sem Um Fim, na Casa da esquina 23!
Posted in Bandas, Cinema, Musica, NaWeb, Shows, Uncategorized with tags Disco novo publica, Filme, Longa, Publicarock on 03/02/2009 by jowcavalier
Fim de Semana no Velho Oeste!
Posted in Bandas, Musica, Shows, Velho Oeste! on 02/02/2009 by jowcavalier
Lucas Tergolina, Daniel Téo, Celso Tozzo, Marco Britto
Variantes + DiaboaQuatro hojê em Chapecó!
Posted in Shows with tags chapecó, Diabo a Quatro, Rock, Variantes on 30/01/2009 by jowcavalierA Banda DiaboaQuatro e os guris do Variantes vão faze um som hoje na Chacara do Areo/Galina, saida para o Rio Grande Do Sul, essas festas de chacara sempre dão o que falar, então acho bom ninguem perde…
Pra quem não conhece as bandas ou quer da uma curtida nas musicas!
http://www.myspace.com/variantes
http://www.myspace.com/diaboaquatro
E dele Roque!






